2024 foi o ano em que o ChatGPT dominou a conversa pública sobre IA. 2025 foi o ano em que Claude e Gemini alcançaram e, em vários benchmarks, superaram. Em 2026, a competição é acirrada o suficiente para que a escolha certa dependa mais do seu contexto de uso do que de qual modelo tem o benchmark mais alto.
O que mudou de forma relevante nos últimos meses: os três modelos receberam atualizações significativas de raciocínio e passaram a suportar janelas de contexto muito maiores. A geração de imagens se tornou mais acessível. E a integração com ferramentas de trabalho — documentos, e-mail, planilhas — se tornou um fator diferenciador real.
Se você é um profissional que usa IA para trabalho — análise de documentos, escrita, pesquisa, código, apresentações — a decisão entre os três tem implicações práticas que vou detalhar abaixo.